O JacaréO Jacaré
    Facebook Instagram Twitter
    O Jacaré O Jacaré
    • Início
    • Últimas Notícias
    • Sobre o que falamos
    • Nosso Livro
    • Converse com a gente
    Home»MS»Ex-presidente substitui juiz linha dura na Omertà e defesa aposta em suspender júri de Matheus
    MS

    Ex-presidente substitui juiz linha dura na Omertà e defesa aposta em suspender júri de Matheus

    Edivaldo BitencourtBy Edivaldo Bitencourt07/02/20233 Mins Read
    Facebook Twitter WhatsApp Telegram Email LinkedIn Tumblr
    WhatsApp Facebook Twitter Telegram LinkedIn Email
    Ex-presidente do TJMS, Carlos Eduardo Contar é o novo relator da Operação Omertà (Foto: (Foto: Henrique Kawaminami/Campo Grande News)

    O ex-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Carlos Eduardo Contar, substituiu o juiz convocado, Wadir Marques, famoso pela linha dura com os réus, como relator da Operação Omertà. A troca animou a defesa de Jamil Name Filho, que voltou a pedir a suspensão, liminarmente, do júri popular pelo assassinato do universitário Matheus Coutinho Xavier, previsto para começar no dia 15 deste mês na 2ª Vara do Tribunal do Júri.

    Marques negou o pedido de liminar e sinalizou que a 2ª Câmara Criminal irá analisar o mérito do pedido antes do julgamento. No entanto, os advogados têm pressa e voltaram a insistir no pedido de suspensão do júri.

    Veja mais:

    Jamilzinho exige participação presencial e pede para TJ suspender júri pela morte de estudante

    MPE e defesa de Jamil Name Filho travam guerra de provas na véspera de júri popular

    Ex-ministro do STJ reforça defesa de Jamilzinho em júri sobre execução de universitário

    Jamilzinho, guarda e policial vão à júri popular pela morte de universitário em fevereiro de 2023

    Eles aproveitaram que Contar retornou à turma após deixar o cargo de vice-presidente e presidente do TJMS. O pedido de reconsideração foi protocolado na última quinta-feira (2) e deve ser decidido pelo desembargador nas próximas horas.

    Jamilzinho, o guarda municipal Marcelo Rios e o policial civil Vladenilson Daniel Olmedo vão a júri popular pela execução de Matheus, que teria sido executado por engano no lugar do pai, o capitão da Polícia Militar, Paulo Roberto Teixeira Xavier, ocorrido em 9 de abril de 2019.

    “Com efeito, o Juízo da 2ª Vara do Tribunal do Júri da Capital decidiu acerca da participação do paciente na sessão plenária, estabelecendo que essa se dará por videoconferência. Contudo, como assentado na inicial, o impedimento da participação presencial do paciente na sessão plenária do Tribunal do Júri para acompanhar seu julgamento caracteriza nulidade absoluta por ofensa ao princípio da plenitude de defesa. O juízo de primeiro grau limitou o direito ao exercício de defesa(autodefesa) do paciente”, argumentaram os advogados Nefi Cordeiro, Eugênio Carlo Balliano Malavasi e Luiz Gustavo Battaglin Maciel.

    “As premissas usadas para IMPEDIR o direito de presença do paciente JAMIL NAME FILHO, no seu julgamento perante seus pares (‘day in court’) não se apresentam razoáveis nem consentâneos com a PLENITUDE DE DEFESA que a Constituição da República consagra aos julgamentos pelo Tribunal do Júri, afastando-se da jurisprudência das instâncias superiores, hodiernamente taxativa em preservar a plenitude de defesa do réu, garantindo-lhe o direito de participar presencialmente do seu julgamento, mitigando tal interpretação apenas excepcionalmente e mediante concreta e idônea justificação, nos termos do art. 93, IX, CF”, ressaltaram.

    “No caso, apesar de o Juiz Convocado, ao apreciar o pleito de liminar, ter diferido a decisão, sob o manto de que pode decidir a lide antes do dia marcado para a sessão do Júri, verifica-se que ‘apostou’ ele na transferência de trabalho a Vossa Excelência, que, depois de exercer a Vice-Presidência e Presidência da Corte, retorna, agora, ao desempenho das funções na Câmara Criminal, alheio aos fatos, atos e acontecimento de toda assim denominada ‘Operação Omertà’”, pontuaram. Waldir Marques foi o relator da Operação Omertà, megaoperação que levou para a cadeia o poderoso empresário Jamil Name, e o manteve na prisão até a morte em junho de 2021. O magistrado se notabilizou por não se sensibilizar com o poder dos réus julgados.

    desembargador carlos eduardo contar Destaque jamil name filho juiz waldir marques júri popular matheus coutinho xavier nossa política operação omertá

    POSTS RELACIONADOS

    Vereador articula derrubada do veto de Adriane à obrigação de ar-condicionado nos ônibus

    Campo Grande 31/08/20254 Mins Read

    Obra entregue após cassação salva Bernal e ex-diretor do IMPCG em ação por desvio de R$ 573 mil

    Campo Grande 31/08/20255 Mins Read

    Orçamento de Iguatemi vira “troco de pinga” diante de receita das distribuidoras do PCC

    MS 31/08/20252 Mins Read

    PT faz festa para Fábio, aposta em candidato próprio em 2026 e articula o retorno de Biffi

    MS 30/08/20253 Mins Read

    Comments are closed.

    As Últimas

    Julgamento de Bolsonaro começa na terça e terá oito sessões

    BR 31/08/20255 Mins Read

    Vereador articula derrubada do veto de Adriane à obrigação de ar-condicionado nos ônibus

    Campo Grande 31/08/20254 Mins Read

    Concurso 2.908 da Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 14 milhões

    BR 31/08/20251 Min Read

    Pesquisadores alertam para o risco das cirurgias estéticas genitais femininas

    Opinião 31/08/20253 Mins Read

    A verdade que você não lê por aí!

    Siga nossas redes:

    Facebook Twitter Instagram
    O Jacaré
    • Início
    • Últimas Notícias
    • Sobre o que falamos
    • Nosso Livro
    • Converse com a gente
    Categorias
    • AGRO
    • BR
    • Campo Grande
    • charge
    • JORNALISMO INVESTIGATIVO
    • Livro
    • MS
    • Mundo
    • Opinião
    • Seu Bolso
    © 2025 Todos os direitos reservados.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.