O JacaréO Jacaré
    Facebook Instagram Twitter
    O Jacaré O Jacaré
    • Início
    • Últimas Notícias
    • Sobre o que falamos
    • Nosso Livro
    • Converse com a gente
    Home»MS»Tavares tenta dar o troco no União por denúncia que levou à cassação, mas procuradoria é contra
    MS

    Tavares tenta dar o troco no União por denúncia que levou à cassação, mas procuradoria é contra

    Richelieu de CarloBy Richelieu de Carlo20/05/20243 Mins Read
    Facebook Twitter WhatsApp Telegram Email LinkedIn Tumblr
    WhatsApp Facebook Twitter Telegram LinkedIn Email
    Rafael Tavares denunciou o União Brasil, de Roberto Hashioka. (Foto: Divulgação/Alems)

    O ex-deputado estadual Rafael Tavares (PL) tenta dar o troco no partido que fez a denúncia que levou o bolsonarista a perder o mandato na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Ele denunciou o União Brasil à Justiça Eleitoral pelo não cumprimento às quotas de gênero e racial na distribuição de recursos do Fundo Partidário.

    De acordo com a ação de investigação judicial eleitoral, a comissão provisória do União Brasil em MS recebeu R$ 2 milhões da direção nacional para a eleição a deputado estadual em 2022. Deste valor, apenas R$ 403 mil foram repassados às candidaturas femininas e apenas outros R$ 21 mil, às candidaturas de pessoas negras, “em violação ao regime de cotas de gênero e raciais previsto na legislação”.

    Veja mais:

    PL vê desgaste de Rafael com denúncias, lança amigo de Bolsonaro e amplia racha no bolsonarismo

    Juiz nega acordo e mantém condenação de candidato a prefeito por crimes de ódio

    TSE confirma cassação de mandato e Tavares é 2ª bolsonarista a perder vaga na Justiça

    Caso o Tribunal Regional Eleitoral decida a favor de Rafael, o deputado estadual Roberto Hashioka seria cassado, por conta da anulação dos votos recebidos pela chapa do União Brasil. Situação semelhante ao que ocorreu com o PRTB, que era representado por Tavares e teve o mandato cassado.

    Porém, o Ministério Público Eleitoral defende que a ação deve ser rejeitada. 

    A Procuradoria Regional Eleitoral informa que o julgamento da prestação de contas do União Brasil confirmou que o partido, de fato, deixou de destinar o valor mínimo previsto na legislação para as candidatas mulheres e os candidatos negros. No entanto, somente isso não configura fraude à cota de gênero.

    O União deveria repassar R$ 2.039.166,94 a estas candidaturas, sendo que recebeu R$ 5.946.826,90 para investir na chapa a deputado estadual. Entretanto, o partido deixou de aplicar R$ 37.628,21 nas candidaturas femininas e R$ 86.752,72, para os candidatos declarados negros.

    A Procuradoria Regional Eleitoral defende que a simples destinação de recursos a menor não implica, automaticamente, no reconhecimento de fraude à cota de gênero ou de raça.

    Isso porque, no entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), “a fraude à cota de gênero deve ser aferida caso a caso, a partir das circunstâncias fáticas de cada hipótese, sobretudo levando-se em conta aspectos como falta de votos ou votação ínfima, inexistência de atos efetivos de campanha, prestações de contas zeradas ou notoriamente padronizadas entre as candidatas, entre outros, de modo a transparecer o objetivo de burlar o mínimo de isonomia entre homens e mulheres que o legislador pretendeu assegurar no art. 10, § 3º, da Lei 9.504/97”, fundamenta o MP Eleitoral, em seu parecer.

    E, no caso desta ação de investigação judicial eleitoral, não foi o que ocorreu, define o órgão ministerial.

    Em depoimentos colhidos na audiência de instrução e julgamento, candidatas do União Brasil confirmaram o recebimento dos recursos e a sua aplicação no interesse da própria campanha eleitoral. Além disso, receberam quantidade expressiva de votos.

    “Assim, em que pese o UNIÃO/MS tenha aplicado menos recursos do Fundo Partidário do que determina a legislação, não se verifica nos autos a existência de elementos complementares que corroborem a tese de fraude à cota de gênero trazida pela parte autora”, concluiu o Ministério Público Eleitoral.

    O relator da ação no Tribunal Regional Eleitoral é o desembargador Carlos Eduardo Contar, que deve decidir sobre o caso e encaminhar a definição, caso o processo vá ao plenário do TRE-MS.

    alems assembleia legislativa justiça eleitoral mp eleitoral nossa política pl prtb rafael tavares Tiro News tre-ms união brasil

    POSTS RELACIONADOS

    PT dá pontapé para 2026 com posse de Vander no diretório estadual e filiação de Fábio Trad

    MS 29/08/20254 Mins Read

    Defensora de Bolsonaro, Tereza Cristina diz que “CPI do INSS não pertence a nenhum governo”

    MS 29/08/20252 Mins Read

    MPE contesta Claudinho e frisa que investigação não foi conduzida pelo GECOC e Gaeco

    MS 29/08/20254 Mins Read

    Bolsonaristas vão às ruas em meio a julgamento e PF revelar movimentação de R$ 44 milhões

    MS 29/08/20253 Mins Read

    Comments are closed.

    As Últimas

    Proposta do Orçamento de 2026 prevê salário mínimo de R$ 1.631

    BR 29/08/20252 Mins Read

    Ricos concentram 27% da renda e pagam menos impostos no país

    BR 29/08/20254 Mins Read

    Estudo aponta diferença de até 16 vezes no valor do IPTU pago entre bairros vizinhos na Capital

    Campo Grande 29/08/20257 Mins Read

    Lula anuncia R$ 9,7 bilhões para o transporte público

    BR 29/08/20253 Mins Read

    A verdade que você não lê por aí!

    Siga nossas redes:

    Facebook Twitter Instagram
    O Jacaré
    • Início
    • Últimas Notícias
    • Sobre o que falamos
    • Nosso Livro
    • Converse com a gente
    Categorias
    • AGRO
    • BR
    • Campo Grande
    • charge
    • JORNALISMO INVESTIGATIVO
    • Livro
    • MS
    • Mundo
    • Opinião
    • Seu Bolso
    © 2025 Todos os direitos reservados.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.