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    Provas emprestadas da ação de improbidade acelera julgamento criminal da Coffee Break

    Richelieu de CarloBy Richelieu de Carlo05/11/20244 Mins Read
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    Fatos ocorreram há mais de 10 anos e trio teve punibilidade extinta. (Foto: Arquivo)

    Foi breve a primeira audiência de instrução e julgamento dos réus pelos crimes de corrupção e associação criminosa na Operação Coffee Break. Isso porque tanto o Ministério Público Estadual quanto as defesas dos acusados pediram a utilização de prova emprestada, ou seja, todos os depoimentos das testemunhas da ação de improbidade administrativa e alguns interrogatórios serão juntados no processo criminal.

    A medida vai agilizar a fase de instrução processual, que teve início ontem (4) e estava prevista para prosseguir nos dias 11, 18 e 25 de novembro e 2 de dezembro. Como o juiz Márcio Alexandre Wust, da 6ª Vara Criminal de Campo Grande, autorizou o compartilhamento e vai utilizar o que foi coletado pela 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, o julgamento será encerrado na próxima segunda-feira (11).

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    ‘No primeiro dia, foram ouvidas três testemunhas que faltavam, e outras três ficaram para a próxima semana, assim como o interrogatório dos acusados. Todos os réus participam por videoconferência.’

    “A audiência foi bem curta, porque tanto o Ministério Público como as defesas resolveram pedir a utilização de prova emprestada. Porque é a mesma acusação e as mesmas partes, no caso o Ministério Público e as defesas. O juiz autorizou, então, em razão disso, a audiência de hoje foi super rápida”, explicou o advogado André Borges, que defende o vereador reeleito Otávio Trad (PSD).

    Com o encerramento desta etapa, o processo prosseguirá com as alegações finais das defesas dos réus e do MPE, para então ser concluído com a sentença do juiz Márcio Alexandre Wust. Aparenta ser simples, mas pode levar meses ou até mais de ano, já que percalços podem surgir pelo caminho.

    É o que ocorre na ação por improbidade administrativa decorrente da Coffee Break, que está conclusa para sentença na 2ª Vara de Direitos Difusos, que era esperado para o segundo semestre de 2022. As audiências de instrução e julgamento ocorreram em meados de 2021.

    Com pedidos de prescrição e necessária análise dos impactos causados pelas mudanças na Lei de Improbidade Administrativa no processo, até agora, nenhuma decisão sobre punição ou absolvição dos denunciados foi proferida.

    Lista de denunciados foi sendo reduzida com o passar de uma década. (Foto: Arquivo)

    A morosidade da Justiça já contribuiu para a prescrição do crime de associação criminosa contra o ex-governador André Puccinelli (MDB), do empresário João Amorim e do pecuarista Raimundo Nonato de Carvalho. 

    Puccinelli e Amorim foram acusados pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) de articular a cassação do mandato de Bernal, que venceu a eleição em 2012 e ameaçava acabar com os esquemas na Prefeitura de Campo Grande. Ele foi cassado na madrugada do dia 13 de março de 2014.

    Amorim seria sócio oculto da Solurb e passou a mirar Bernal após a prefeitura atrasar o repasse para a concessionária do lixo. Já Raimundo Nonato foi um dos autores do pedido de cassação de Bernal junto com o advogado Luiz Pedro Guimarães.

    O fato ocorreu entre setembro de 2013 e março de 2014. O Gaeco protocolou a denúncia no dia 20 de maio de 2016. O juiz aceitou no dia 13 de novembro de 2018. O Superior Tribunal de Justiça suspendeu o processo por mais de dois anos, entre 15 de março de 2022 e junho deste ano.

    Como o trio é formado por septuagenários, André tem 76 anos, Amorim, 71, e Carvalho, 78, o tempo de prescrição caiu para quatro anos, e eles ficaram livres de responder pelas acusações. O senador Nelsinho Trad (PSD) também teve extinta a punibilidade por ter feito acordo com o MPE.

    Entre os réus remanescentes estão o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB), o presidente do Solidariedade, Luiz Pedro Guimarães, os vereadores João Rocha (PP), Gilmar da Cruz e Otávio Trad, do PSD, o presidente municipal do MDB, Jamal Mohamad Salem, o secretário estadual de Fazenda, Flávio César de Oliveira, João Roberto Baird, e o ex-prefeito Gilmar Olarte.

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