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    Home»Campo Grande»Na “Casa do Povo”, mães atípicas são barradas de entrar com faixas e Adriane joga culpa na União
    Campo Grande

    Na “Casa do Povo”, mães atípicas são barradas de entrar com faixas e Adriane joga culpa na União

    Richelieu de CarloBy Richelieu de Carlo17/02/20253 Mins Read
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    Mães atípicas tiveram de improvisar para chamar a atenção das autoridades presentes. (Foto: Divulgação/PMCG)

    A sessão solene inaugural da 12ª Legislatura da Câmara Municipal de Campo Grande foi marcada por mais um protesto de mães atípicas em busca de solução para falta de fraldas, suplementos alimentares e insumos que são insuficientes ou simplesmente não são entregues pela prefeitura. Apesar de os vereadores tratarem o local como a “Casa do Povo”, as manifestantes foram proibidas de entrar com faixas e cartazes contendo mensagens para a prefeita Adriane Lopes (PP).

    Adriane, em discurso sob protestos, afirmou que a falta de assistência do poder público municipal e a necessidade das mães terem que recorrer à Justiça para garantir os mantimentos vem de “décadas” e são “um problema histórico da nossa cidade”, mas jogou a responsabilidade para a União. “O governo federal tem que ter uma política pública para as mães atípicas, tem que garantir o recurso para que vocês não precisem entrar na Justiça para ter o direito garantido”, declarou a prefeita.

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    Da sua parte, a chefe do Paço Municipal relatou que esteve em Brasília (DF) para cobrar o governo federal e garantiu que as mães não vão precisar mais judicializar suas demandas para terem fraldas e a suplementação alimentar de seus filhos. Sem as faixas e cartazes, as manifestantes levantaram pacotes de fraldas em sinal de protesto.

    “Quando chegamos aqui disseram que não poderíamos entrar com faixa, com nada. Mas estamos indignadas, porque queremos mostrar nossas reivindicações”, disse uma das mães atípicas ao jornal Midiamax, durante a solenidade nesta segunda-feira (17).

    Segundo as mães, depois de ficarem meses sem receber os insumos, as últimas fraldas entregues eram de péssima qualidade. Apesar da situação desesperadora, a vice-presidente do Pro D TEA, Naina Dibo, informou que se reuniu com representantes da prefeitura, que informaram que o problema da qualidade das fraldas estava dentro da legalidade.

    “O que me foi passado é que teremos de fazer um protocolo que ainda não existe para mostrar tudo isso que falamos aqui, sobre a falta de qualidade da fralda, os vazamentos, o problema do elástico”, explicou Naina em reunião com o presidente da Câmara de Campo Grande, Epaminondas Neto, o Papy (PSDB) e os vereadores Maicon Nogueira (PP) e Luiza Ribeiro (PT).

    A Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul, por sua vez, não enxerga dessa maneira e ajuizou ação de cumprimento de sentença contra a Prefeitura de Campo Grande devido à gestão Adriane Lopes (PP) “nunca” ter cumprido a ordem judicial de implementar política pública de distribuição gratuita de fraldas descartáveis aos moradores da Capital em situação de vulnerabilidade.

    O órgão apontou a “baixíssima” qualidade das fraldas. Algumas se desfaziam “ao simples toque da mão”.

    Faixas com mensagens tiveram de ficar do lado de fora. (Foto: Marcelo Victor/Correio do Estado)

    O outro lado

    Presidente da Câmara Municipal, Papy (PSDB), negou que tenha impedido o acesso das mães atípicas ao plenário. “NÃo foram impedidas, só a posição que não era favorável por causa da transmissão e da imprensa que tava bem atrás!”, rebateu o tucano.

    “Recebi elas, teremos a audiência pra elas cobrarem a prefeita!”, prometeu. As mães atípicas cobram o cumprimento das medidas judiciais, que são ignoradas pela prefeita da Capital.

    (matéria editada para acréscimos)

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