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    No Divã Em Paris – O delírio dos pombos

    Especial para O JacaréBy Especial para O Jacaré30/08/20254 Mins Read
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    Mário Pinheiro, de Paris – A situação familiar e política do clã Bolsonaro anda caótica tal como um galinheiro ou um poleiro de pombos, inundado nos excrementos. É tanta grana adquirida no espaço de apenas um ano pelo pai dos patriotários, que vai ficar difícil provar a origem de tanta água pra lavagem pecuniária.

    Lavagem de dinheiro tanto no Brasil quanto em qualquer parte do mundo é crime passível de cadeia. Pode-se tentar tergiversar que se trata de doações, venda de perfumes da marca bozo ou mesmo, talvez, fruto do tráfico de armas e de drogas! Também não se sabe se são juros e dividendos dos “pacotes” forjados contra os velhinhos e aposentados do INSS.

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    O lamaçal, ou melhor, o iceberg é maior do que se imagina. A família com Deus acima de tudo que conseguiu comprar 51 imóveis com dinheiro vivo, envolvimento em rachadinhas, isenção de impostos, o choro do senador ranhento, a micheque, as joias, tudo começa a se desdobrar.

    E é preciso que o seguidor do mito, o matuto, comece a se questionar sobre a multiplicação do dinheiro. Na época do pix milagroso, houve gente que doou dez, vinte, trinta, cinquenta e até cem mil reais, mas sua aposentadoria fofa beira os oitenta mil mensais. Logo, pra quem sabe usar a lógica, o falastrão usou da fraqueza sensorial dos fanáticos.

    Afinal, ele tinha sonhos de ser um ditador birrento, mas sequer conseguiu convencer seus súditos, e todo líder autoritário que se preste sempre foge para o exilio político com a conta recheada pra viver os próximos decênios de sombra e água fresca.

    Crer e professar a fé à bandeira americana pode ser o pequeno indício do mais cruel viralatismo, de pessoas vazias e insanas longe da Pátria, mas as mentiras ditas pelo filho traíra nas barbas de Trump deixa claro que a extrema direita além de se vender, entrega o país, o ouro e não possui nenhum caráter.

    E mais, se alguém porventura acertar um chute na parte baixa do presidente americano, é perigoso machucar a boca do quase ex-deputado federal Bolsonaro. Quem não defende os interesses de seu país, que ataca, pede sanções, faz fofoca e desliza em banalidades, deve ser destituído urgentemente.

    O filósofo Sócrates morreu apoiado em seus princípios, suas ideias; Platão, por mais sábio e popular que fosse não quis adentrar pela política por sentir que a razão não ganha no meio da falsidade.

    O pobre que não se coloca em seu lugar, acaba explorando outro pobre e no final acha que é rico. Mas no Brasil a façanha é enganar o quanto pode, iludir o povo pelo orçamento secreto, tentar uma blindagem par evitar que o deputado ladrão seja investigado e deixar a língua deslavada contrariar o que é justo usando o rótulo da fé e da falsa religião.

    Nessa pseuda fé mora a ideologia da burrice que se ampara da família, da filha ex-garota de programa, do tio preso por pedofilia, do primo, todos com passagem pela polícia por algo ilícito mas tudo em nome de Jesus.

    Esse tipo de família não é exemplo para o fanatismo barato que conseguiu imprimir no povo. Mais da metade da região Centro Oeste inteira e do Sul vive sob a saudade do falso messias, que, agora entrincheirado e com tornozeleira eletrônica, não consegue mostrar a língua de fogo de um dragão vencido por suas mentiras.

    É o delírio dos pombos que cagam na cabeça de quem anda fixado em fake news e se esquece da realidade que conta o livro no armário. Esses pombos tomaram forma de homens políticos, sujam o poleiro do pombal, voam pra todo lado, se candidatam, se elegem e perpetuam a sujeira em nome do divino. Na verdade, são pombos.

    (*) Mário Pinheiro é jornalista pela UFMS, mestre em Sociologia da Comunicação, filósofo e doutor em Ciências Políticas ambos por Dauphine, Paris. Ele escreve aos sábados.

    artigo filosofia jair bolsonaro MÁRIO PINHEIRO NO DIVÃ EM PARIS opinião REFLEXÃO

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